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  Planejamento Estratégico de Petrópolis: primeiras conclusões dos estudos do IPGPar

Data: 08/12/2019

 

Planejamento Estratégico de Petrópolis: primeiras conclusões dos estudos do IPGPar

LUANA MOTTA Redação Tribuna

 

O Instituto Pró-Gestão Participativa (IPGPar) apresentou ontem, no auditório do Cefet, os primeiros resultados dos estudos feitos na elaboração do Planejamento Estratégico para Petrópolis (PEP20). O evento contou com a presença de líderes comunitários, políticos, estudantes e técnicos.

 

Estudo sobre o Planejamento Estratégico

O Instituto Pró-Gestão Participativa (IPGPar) concluiu o primeiro resultado consolidado do Planejamento Estratégico para Petrópolis (PEP20). As primeiras propostas do estudo colaborativo foram apresentadas ontem, em um evento no Cefet, no Centro, e contou com a participação da sociedade civil, membros de entidades no município, grupos que participaram da elaboração deste primeiro resultado e alguns dos précandidatos as próximas eleições municipais.

O PEP20 começou a ser elaborado neste ano, com a colaboração da sociedade civil e técnicos de diferentes áreas que apresentaram propostas e soluções para Petrópolis, de forma voluntária, para os próximos 20 anos. A ideia é construir um plano estratégico para a cidade a longo prazo, e não apenas quatro anos.

Foram realizadas reuniões durante todo o ano. Baseado em estudos já feitos, legislação e dados sobre a cidade, o trabalho foi divido em categorias: Urbanismo e Infraestrutura, Saúde, Educação, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente, Cidadania, Administração Pública e Cultura. Grande parte já conta com propostas consistentes que, segundo o presidente do IPGPar Cleveland Jones, são o ponta pé inicial para o planejamento permanente e estratégico da cidade, especialmente como um incentivo para os pré-candidatos.

“Para os pré-candidatos, adotar a PEP20 é um diferencial para a candidatura, como compromisso eleitoral. O trabalho é um estímulo participativo e dinâmico para a construção da cidade. Construindo um ambiente melhor para os negócios e mais qualidade de vida para os moradores”, disse Cleveland.

Petrópolis que tem vocação econômica para o turismo recebeu propostas para o desenvolvimento da atividade. Assim como desenvolvimento econômico, entre elas a geração de emprego e mais objetividade no taxamento do IPTU. Segundo o estudo, as propostas buscam minimizar perdas, investindo em pontos para a recuperação econômica financeira para o município.


Análise de edução de risco de desastres

Também foram apresentadas as primeiras propostas para adoção de ações preventivas de redução de risco de desastres, com foco em habitação, urbanização, mobilidade urbana e saneamento básico. O incentivo a preservação das áreas e reservas de proteção ambiental, e o aproveitamento destes espaços para o ecoturismo. O tratamento adequado de resíduos sólidos e gestão de recursos hídricos.

O incentivo e a participação social não apenas na elaboração do projeto, mas inclusos nas propostas na categoria de cidadania. Incentivando o envolvimento de ong’s e entidades da sociedade civil, conselhos municipais e a realização de audiências públicas.

Na administração pública são levantados pontos sobre o funcionalismo, com uma análise da previdência, criação de novos concursos e maior transparência do poder público. Para cultura que está ligada ao patrimônio, foram apresentadas propostas de valorização cultural da cidade e do patrimônio histórico e ambiental, e fomento à produção local. Na saúde as propostas são em relação a investimentos na saúde básica e disponibilidade de melhor estrutura nos atendimento de urgência e emergência. Assim como na educação, que o foco é investir na educação de nível fundamental, com escolas em período integral criando metas a médio e curto prazo.

As reuniões continuarão acontecendo no próximo ano, o objetivo é aprimorar o estudo e apresentá-lo também nas comunidades, mais próximo da população. Segundo Sílvia Guedón que é membro da diretoria do Instituto, esta é uma boa oportunidade para que os governantes escutem os anseios da sociedade civil.

“É o balizamento para Petrópolis que queremos. É uma oportunidade da sociedade ter um diálogo aberto com os governantes”, disse.

A primeira parte do documento estará disponível nas redes sociais do instituto e também no site da ong www.dadosmunicipais.org.br. O plano ainda está aberto e as indicações podem ser feitas nas reuniões e também pelo site do instituto.



Fotos:
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Cleveland Jones (Pres.) e Silvia Guédon (DIr.) do IPGPar
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Gastão Reis, Ramon Mello e Paulo Mustrangi (ao centro): de olho nas eleições e nas ideias do IPGPar
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Os estudos do IPGPar vão prosseguir, no detalhamento do projeto


 

 

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