Petrópolis, 15 de Outubro de 2021.
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  Debate sobre Transporte Ferroviário, dia 15/01/14, no Clube de Engenharia/Rio

Data: 13/01/2014

 Prezadas/os

 
Devido as grandes dimensões territoriais do Brasil, o País deveria estar servido por uma extensa malha ferroviária que cobrisse, principalmente, a faixa litorânea de 300 a 400 km  no sentido Norte-Sul, pois 85% da população brasileira -  e do PIB - estão nessa faixa. Se essa malha existisse e funcionasse de forma eficiente transportando não somente carga geral, mas também passageiros, haveria uma economia significativa vidas e de redução de prejuízos derivados dos acidentes rodoviários, estimados em R$ 40 bilhões/ano.
 
Por outro lado, o governo federal lançou em 2012 o novo Programa de Investimentos em Logística, PIL que prevê a adição de doze novos trechos ferroviários, totalizando 11.500 km para atender somente ao transporte de carga (minério de ferro, aço, soja, milho, cimento, etc.) e nada de passageiros! 
 
Passageiros e carga geral (alimentos, eletrodomésticos,veículos, produtos químicos, combustível, etc.) continuarão seguindo de Norte a Sul por rodovias assassinas, disputando espaços com os automóveis e aumentando os custos dos produtos, ficando presos em incontáveis congestionamentos, etc...
 
Como se não bastasse, o governo, através da sua Agência Nacional de Transportes Terrestres-ANTT, baixou a resolução 4131/2013 que vai erradicar milhares de km de linhas consideradas antieconômicas para o transporte de cargas. Isto posto,pergunta-se: 

- Quem sabe se essas linhas antieconômicas poderiam tornar-se economicamente viáveis para o transporte de passageiros ? 

- Por que as novas ferrovias do PIL não vão transportar passageiros?
 
Para saber mais sobre essa Resolução e debater com especialistas, veja o convite anexado.
 
At// Antônio Pastori


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