Petrópolis, 16 de Dezembro de 2017.
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  Cia. de Desenvolvimento Industrial - RJ: CODIN Informa 61ª Ed.

Data: 02/01/2017

 

De: Codin Informa mailto:Informa@codin.rj.gov.br 
Enviada em: segunda-feira, 2 de janeiro de 2017 12:57
Para: Codin Informa
Assunto: CODIN INFORMA 61ª Edição

 

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Ano 7 / Nº 61 / Janeiro – 2017

 

 

Acompanhe as principais notícias da Companhia de Desenvolvimento Industrial do

Estado do Rio de Janeiro.

 

 

 

Volks investirá R$ 1,5 bilhão em fábrica de Resende e recursos serão destinados à produção de caminhões, entre 2017 e 2021

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Roche traz nova unidade de negócios para o Rio de Janeiro. Até o fim de 2017, a unidade fabril de Jacarepaguá terá sua capacidade de produção ampliada em até 10%

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Parcerias Público-Privadas podem gerar R$ 41 bi para o Rio, diz Firjan. Tal Instituição apresenta estudo com 126 projetos para o estado e municípios, entre eles, a concessão da Cedae.

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Volks investirá R$ 1,5 bilhão em fábrica de Resende e recursos serão destinados à produção de caminhões, entre 2017 e 2021

 

Contrariando qualquer expectativa diante do fraco mercado de caminhões no Brasil, a Volkswagen Truck & Bus, holding que reúne os fabricantes de veículos comerciais do Grupo VW, vai investir R$ 1,5 bilhão em sua fábrica em Resende, no Sul Fluminense de 2017 a 2021. É o maior ciclo já realizado localmente. O anúncio foi feito por Andreas Renschler, CEO da holding, e por Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, empresa do grupo responsável pela atuação local. O aporte é destinado à ampliação do portfólio de produtos com novos veículos, ao desenvolvimento de novas tecnologias digitais e de conectividade e, enfim, à internacionalização da marca brasileira Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO).

“O investimento deixa claro que ganhamos importância internacional dentro da holding”, diz Cortes. O aporte anunciado, equivalente a € 420 milhões, é superior aos quatro ciclos anteriores, que foram de R$ 1 bilhão. O último deles, que começou em 2012 e termina em 2017, foi destinado ao início do processo de internacionalização da marca e ao desenvolvimento de novos produtos, inclusive de um caminhão leve prometido há tempos pela companhia que deve ser lançado nos próximos meses. “Não posso falar quando, mas teremos novidades em breve”, diz Cortes.

Os veículos da VWCO feitos no Brasil são exportados atualmente para quase 30 países da América Latina, norte da África e Oriente Médio montados ou em kits CKD. “O mundo é bem maior do que isso. Vamos ver onde mais nos encaixamos”, diz Cortes. Hoje entre 15% e 20% da produção de Resende é vendida fora do Brasil. A intenção é elevar este porcentual para 30%.

 

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Roche traz nova unidade de negócios para o Rio de Janeiro. Até o fim de 2017, a unidade fabril de Jacarepaguá terá sua capacidade de produção ampliada em até 10%

A farmacêutica Roche acaba de abrir uma nova unidade de negócios no Brasil, que marca a entrada da gigante suíça no mercado de serviços de saúde na América Latina. Mas mais do que representar um novo negócio, a Foundation Medicine (FMI) vai alavancar as pesquisas e o desenvolvimento de novas terapias contra o câncer, área que corresponde a 65% do faturamento da Roche, explicou o presidente da farmacêutica no país, Rolf Hoenger.

 

Voltado a pacientes com cânceres agressivos ou avançados, entre eles de pulmão e hematológico, o serviço inovador oferecido pela Roche no país amplia as chances de sucesso no tratamento da doença ao determinar, a partir de biópsia, o perfil genético do tumor e as alterações moleculares que contribuem para seu avanço. Informações do paciente são comparadas às disponíveis em um banco de dados que tem mais de 100 mil casos de câncer no mundo, possibilitando ao médico escolher uma terapia mais precisa e individualizada.

Inicialmente, a previsão da Roche é que 500 pacientes utilizem o serviço de diagnóstico, cujo preço varia de R$ 13 mil a R$ 15 mil, a cada ano no Brasil. Com a eventual adesão de convênios médicos, esse número crescerá. De acordo com o presidente da farmacêutica, já há conversas em andamento com planos de saúde no país, mas por enquanto o serviço somente é oferecido para atendimento particular - Einstein e Sírio-Libanês já são parceiros da Roche.

 

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Parcerias Público-Privadas podem gerar R$ 41 bi para o Rio, diz Firjan. Tal Instituição apresenta estudo com 126 projetos para o estado e municípios, entre eles, a concessão da Cedae.

Diante de uma crise de arrecadação que afeta o Estado do Rio e seus municípios, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) elaborou um estudo defendendo a implantação de 126 projetos de Parcerias Público-Privadas (PPPs) que renderiam, nos próximos 20 anos, R$ 22,4 bilhões ao estado, R$ 13,2 bilhões à cidade do Rio e R$ 5,4 bilhões a outros municípios fluminenses.

 

“O Brasil enfrenta um conjunto de dificuldades oriundo das crises fiscal, econômica, política e de confiança. Com o setor público sem recursos para realizar grandes investimentos, a alternativa para reaquecer a economia é a ampliação da participação do setor privado”, diz a Firjan, no relatório.

 

Segundo a entidade, o Rio tem hoje nove PPPs ativas em seis setores, com investimentos de R$ 15,8 bilhões. No âmbito do estado, os técnicos da Firjan acreditam que há quatro áreas em que o governo poderia transferir gestões para a iniciativa privada. Eles reuniram 33 projetos. A concessão de rodovias (as estaduais RJ-081, RJ-102, RJ-106 e RJ-140) é a principal delas e geraria uma economia, em 20 anos, de R$ 14,1 bilhões para o estado, além dos impostos arrecadados pelas concessionárias.

 

Em segundo lugar, vem a concessão da distribuição de água e tratamento e coleta de esgoto, serviços hoje realizados pela Cedae, em 12 cidades, incluindo o Rio de Janeiro e suas favelas com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A iniciativa renderia R$ 6,7 bilhões em duas décadas. A Firjan também lista a entrega, para a iniciativa privada, de centros logísticos industriais em 12 cidades, o que renderia R$ 1 bilhão, e a expansão da linha 2 do metrô da Praça Quinze ao Estácio, o que significaria R$ 450 milhões em investimentos privados. Os cálculos não envolvem outorgas e impostos arrecadados pelo governo com as concessões.

 

Um dos itens da lista no âmbito do estado é a Cedae, cuja concessão já é discutida no governo, embora desagrade ao governador Luiz Fernando Pezão, que é contra uma eventual privatização ou concessão no modelo proposto pela Firjan. A empresa, entretanto, deve ser requisitada pelo governo federal como garantia para a suspensão temporária do pagamento da dívida do Rio, que pode significar um alívio de R$ 14,1 bilhões aos cofres públicos do Rio, segundo dados da Secretaria estadual de Fazenda.

 

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A Presidente e a diretora de Novos Negócios da CODIN, respectivamente  Conceição Ribeiro e Mônica Romero, participaram do 8° Encontro de Arranjos Produtivos Locais do Estado do Rio de Janeiro ocorrido na FIRJAN- Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, RJ

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CODIN participa do Fórum de Energia- VI Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira promovido pela FGV- Fundação Getúlio Vargas e ocorrido no auditório da mesma, RJ

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CODIN marcou presença no evento Investir para Crescer- Uma Visão Global ocorrido na ACRIO- Associação Comercial do Rio de Janeiro, RJ

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CODIN participa do evento Movimento Produz Brasil ocorrido na FIRJAN- Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, RJ

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CODIN participa do Seminário ANÁLISE CONJUNTURAL ocorrido na FGV- Fundação Getúlio Vargas, RJ

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QUISSAMÃ

 

 

Quissamã é um município fluminense localizado na região Norte Fluminense do estado do Rio de Janeiro, a 212 km de distância da capital. Encontra-se em área estratégica na rota do petróleo e gás, na Bacia de Campos, entre os municípios de Campos dos Goytacazes e Macaé.

 

Ocupando uma área de 713 km², é limitado a oeste pelos municípios de Carapebus e Conceição de Macabu, ao norte e a leste por Campos, e ao sul pelo Oceano Atlântico. Sua população é de 20.242 moradores (IBGE/2010), com um significativo crescimento desde a emancipação em 1989, quando desmembrou-se de Macaé, deixando de ser um distrito deste para se tornar um município independente.

 

Sua principal fonte de arrecadação é a extração do petróleo. O bom uso dos royalties do petróleo tem feito Quissamã se destacar em todo o Estado. Os royalties recebidos também são aplicados em infraestrutura urbana, qualificação profissional e geração de empregos, esportes, agricultura e na preservação do patrimônio artístico e cultural.

 

De acordo com dados do Observatório Sebrae/RJ, o Norte Fluminense é uma região com forte peso industrial (72%) e Quissamã conta com 70% de participação nesse setor em virtude da exploração de Petróleo. A região possui 6% dos microempreendedores individuais (MEI) do estado, e esse segmento cresce a cada dia no município.

 

Segundo dados da Revista Finanças dos Municípios Fluminenses, a arrecadação de ISS cresceu 30,42% de 2010-2014, chegando a quase R$6 mil no ano de 2014. Já a arrecadação do ICMS cresceu aproximadamente 15% ao longo deste mesmo período ultrapassando R$108 mil .

 

 

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Para conhecer dados socioeconômicos do munícipio, acesse o site da CODIN: www.codin.rj.gov.br ou siga-nos no linkedin:

 

 

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Área do Município: 795.798 km²
População estimada (2013): 297.888 habitantes (95% alfabetizada)
Densidade Demográfica (2013): 371,85 habitantes/km²
PIB (2011): R$ 9.212.328.000,00 (R$ 30.925,47 per capta)
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (2010): 0,745 (13º dentre 92 no RJ)
Fonte: IBGE  
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